O ar não corre
As janelas estão abertas, mas de nada adianta, pois só o frio das palavras predomina
Cabeças baixas procuram entender
Deixando entrar na mente as palavras de sabedoria
Vozes anônimas interpretando textos ecoam na mente vazia em uma sala cheia
Lápis e canetas correm pelas mãos frias
Cabelos caem nos olhos, doces olhos
Olhos azuis, verdes, castanhos, negros...
Olhos fixos, soltos, distraídos ou atentos
Olhares frios, quentes, acolhedores ou repulsivos
Uma respiração breve quebrada por um grito mudo
Nada mais importa se não aprender
Apague as luzes e veja o que a luz escondia
interessante esse poema :)
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